Assim como o aumento de mamas, o aumento glúteo, ou “aumento do bumbum” como é chamada essa cirurgia, está em franca ascensão, como deveria ser em nosso país. Apesar dessa afirmação, a prótese glútea tem algumas limitações técnicas.

Hoje já está estabelecido, apesar de existirem técnicas e profissionais que advogam o contrário, que o melhor local para colocação da prótese de bumbum é dentro do músculo glúteo maior e para isso a pessoa tem que ter uma musculatura de tamanho adequado para receber a prótese. A maior parte dos insucessos se dá quando o profissional deixa parte da prótese fora do músculo e o(a) paciente vem a apresentar retrações.

Outra situação de difícil correção é a depressão troncatérica que nada mais é que aquela depressão na lateral da nádega que se acentua quando contraímos os músculos glúteos.

Mas boas notícias também devem ser dadas. Se você tem uma musculatura que propicia a colocação da prótese e se incomoda com o volume do seu bumbum, fique sabendo que os resultados são muito satisfatórios e naturais. Que a recuperação em geral é tranqüila e que o tempo de repouso não é maior que o de outras cirurgias. Em alguns dias, a pessoa pode deitar na posição que desejar e caminhar o tanto que for necessário, porém no início, o repouso deve ser feito de barriga para baixo e/ou de lado.

A cirurgia é feita sob anestesia raquidiana saiba mais ou peridural saiba mais sempre em ambiente cirúrgico e a cicatriz é de cerca de cinco a seis centímetros na região do sulco interglúteo, ou seja, entre uma nádega e outra, portanto imperceptível mesmo quando a pessoa está usando roupas íntimas ou roupas de banho, por menores que sejam. 

As próteses são de gel de silicone altamente coesivo e recobertas por silicone com textura especial. Existe o formato redondo ou anatômico, podendo variar bastante de tamanho. Hoje o modelo mais utilizado no Brasil é a Quartzo que confere volume e boa naturalidade.

Outra técnica difundida para aumento do bumbum é a injeção de gordura dentro dos músculos glúteos e na região do subcutâneo.

Essa técnica consiste em se iniciar o procedimento com a lipoaspiração de diversas regiões do corpo e após o tratamento da gordura, injetar-se essa gordura na musculatura glútea. Apesar de ter vários adeptos a essa técnica, os entusiastas encontram limitações quanto à quantidade do volume injetado que na maior parte das vezes experimenta limitações, pois nem toda gordura retirada pode ser injetada.

Hoje estamos evoluindo para usar as duas técnicas associadas o que tem propiciado um resultado bastante natural e agradável.

Se a sua queixa é a falta de bumbum, venha fazer uma consulta e veja no que podemos ajuda-la para aumentar sua auto estima.

Dr. Assaad Naim

Cirurgião Plástico

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